A linha original da Bandai na França, vendida junto com a estreia de Les Chevaliers du Zodiaque no Club Dorothée, em 6 de abril de 1988. As caixas trazem o ano de 1987 impresso — a data de fabricação/copyright usada pela Bandai — mas as figuras só chegaram às lojas francesas em 1988 e 1989, bem depois do lançamento japonês de 1987. Ao todo, 31 figuras: 5 Cavaleiros de Bronze na primeira armadura, 1 Cavaleiro de Prata, os 12 Cavaleiros de Ouro, 5 Cavaleiros de Bronze na segunda armadura, 4 Guerreiros Divinos de Asgard e 4 Marinas de Poseidon.
Segundo relatos de colecionadores franceses, a primeira leva saiu Made in Japan, em caixas sem aba frontal e com manual colorido — a mesma fabricação (e qualidade de pintura) da linha japonesa original. As levas seguintes vieram de fábricas em Hong Kong, Taiwan e Macau, reconhecíveis pela aba na caixa que deixa ver a figura por dentro, manual em preto e branco, e a marcação "Made in Taiwan" (ou Macau/Hong Kong) estampada na sola do pé, no lugar de "Made in Japan". Entre essas versões não japonesas, colecionadores costumam apontar as de Macau como tendo acabamento de rosto mais cuidadoso que as de Taiwan — uma percepção de colecionismo, não um dado documentado pela Bandai.
Pégaso, Dragão, Cisne, Andrômeda e Fênix — os primeiros a chegar à França, junto da estreia da série.
Marin de Águia: o único Cavaleiro de Prata que chegou a sair em caixa na linha francesa original.
Os 12 signos completos, mas não de uma vez: seis saíram junto com os primeiros Bronze, e os outros seis só no ano seguinte.
Pégaso, Dragão, Cisne, Andrômeda e Fênix na segunda armadura, que acompanhou a saga de Asgard na TV.
Siegfried de Dubhe (Alfa), Hagen de Merak (Beta), Fenrir de Alioth (Épsilon) e Syd de Mizar (Zeta) — quatro dos oito guerreiros, os únicos lançados nesta linha.
Julian Solo/Poseidon, Bian do Cavalo-Marinho, Io de Scylla e Kanon, General do Dragão dos Mares.
Páginas de revista, encartes ou catálogos de época ligados a esta linha — cole quantas quiser, numeradas.
As informações desta página se baseiam em catálogos e sites especializados de colecionismo e na experiência do próprio colecionismo, sempre conferidas com as fotos do acervo. Quando as fontes divergem em datas, quantidades ou nomes de edição, o arquivo registra o que é sustentado por elas e evita transformar informação de colecionador em certeza documental.